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17 de agosto de 2023

Faustão é internado às pressas. Saiba motivo e seu estado de saúde!


O início da tarde desta quinta-feira, 17 de agosto, começou bastante agitado, com a notícia de que Fausto Silva, mais conhecido como o apresentador Faustão, está internado desde o dia 05 de agosto, mas a hospitalização só foi revelada por meio de um comunicado do Hospital Israelita Lbert Einstein.

“Fausto Silva está internado desde o dia 05 de agosto para o tratamento de compensação clínica de insuficiência cardíaca. Neste momento, encontra-se estável e em cuidados intensivos”, declarou um comunicado da instituição, emitido pelo Dr. Fernando Bacal, cardiologista do Hospital Israelita Albert Einstein e Dr. Miguel Cendoroglo Neto, Diretor-Médico e Serviços Hospitalares do Hospital Israelita Albert Einstein.

De acordo com o site F5, Faustão começou a se queixar de dores após retornar de Miami para o Brasil, sendo levado a fazer exames. Fontes teriam afirmado se tratar de problemas urinários, similar à internação dele em 2021, pouco antes de deixar a Globo, mas o boletim médico atualizou a informação.



15 de agosto de 2023

Globo comemora audiência de "Fuzuê", a estreia da novela superou as últimas quatro novelas das sete na emissora


Fuzuê chegou na Globo com festa na tela e nos bastidores! O primeiro capítulo do folhetim de Gustavo Reiz teve a melhor estreia de uma novela das sete desde a reapresentação especial de Haja Coração, em outubro de 2021. Assim, superou as últimas quatro tramas do horário.

Segundo dados consolidados do Kantar Ibope, Fuzuê marcou 24,3 pontos na Grande São Paulo durante sua exibição, das 19h29 às 20h30. Apesar de o índice ter ficado 10% abaixo do que Vai na Fé registrou nas quatro últimas semanas, a novata começou com mais público do que a antecessora, que tinha marcado 22,4 em sua estreia, em janeiro.

A história de Luna (Giovana Cordeiro) e Preciosa (Marina Ruy Barbosa) também superou as estreias de Cara e Coragem (22,9 em maio do ano passado), Quanto Mais Vida, Melhor! (21,6 em novembro de 2021) e da reapresentação especial de Pega Pega (23,6 em julho de 2021).

Fuzuê tem previsão de durar 173 capítulos, o que a manterá no ar até o início de março do ano que vem. Se a novela mantiver a audiência da estreia, a Globo não terá motivos para se arrepender da aposta em Gustavo Reiz.

Vazam valores de canais de TV do Brasil, e valor da Rede Globo impressiona; Veja o ranking das emissoras


As principais emissoras de TV do país foram alvos de um levantamento inédito sobre o valor aproximado de cada uma. Record e SBT e Band ficaram próximas. A RedeTV! não chegou a R$ 1 bilhão, enquanto a Globo massacrou as concorrentes com seu poder no mercado.

O canal da família Marinho, iniciado em 26 de abril 1965, segundo especialistas, vale cerca de R$ 22 bilhões, de acordo com informações de Ricardo Feltrin. O conglomerado de mídia é assistido por 200 milhões de pessoas diariamente.

A Record, no ar desde 27 de setembro de 1953, vai completar 70 anos. Quem quiser adquirir o empreendimento do bispo Edir Macedo, que recentemente demitiu funcionários, vai ter que desembolsar no mínimo R$ 3,1 bilhões.

SBT e Band na cola da Record, enquanto Globo nada sozinha na liderança do ranking

O SBT, liderado por Silvio Santos desde o seu começo, em 19 de agosto de 1981, briga para voltar ao segundo lugar na audiência do país. A empresa não tem diferença para a principal concorrente, com R$ 3 bilhões de valor no mercado.

Inaugurada em 13 de maio de 1967, a Band é comandada pela família Saad. Com o canal de sinal aberto e as rádios, o Grupo Bandeirantes não é vendido por menos de R$ 3 bilhões.

Em meio ao desejo das emissoras de TV em abrir o seu capital para investidores estrangeiros, a RedeTV! é a última colocada no ranking das principais redes do país. Ela vale R$ 600 milhões. O canal está no ar desde 1999.

14 de agosto de 2023

Produtora brasileira prepara reality show de venda de mansões


José Paulo Vallone, deu inicio a produção de um novo reality show: "Mansões de Luxo". O reality que já tem formato definido, conta inclusive com gravações de pilotos, para ser oferecido ao mercado.

Sobre o formato

Quatro corretores brilhantes vão suar a camisa pra vender quatro casas incríveis em lugares diferentes - cidade, praia e campo. Quem faturar mais, leva a coroa, e claro, uns bons trocados!

Imagina só: esses corretores vão virar verdadeiros maestros das vendas, usando todo charme e lábia pra ganhar o jogo. A competição vai pegar fogo enquanto eles tentam convencer os compradores a fechar negócio nessas mansões de cair o queixo.

O reality que já tem nome, formato e gravação de piloto, só está a espera agora de uma emissora que esteja interessada em produzir. Então que se inicie as negociações e a regra é clara, leva quem dá mais!

1 de dezembro de 2016

“Apagão analógico” beneficia Record e Band e prejudica Globo e SBT

O fim do sinal analógico já começa a impactar algumas emissoras. Um estudo feito entre os telespectadores de Brasília e região (incluindo o Distrito Federal) mostra que a Band foi a que teve o maior crescimento.

De acordo com o colunista Ricardo Feltrin, na faixa das 7h à 0h, o canal ganhou quase 26% em pontos nos dias posteriores ao desligamento do sinal digital na região. De 0,9 ponto registrados entre 4 de novembro e 13 de novembro, a Band passou para 1,2 ponto entre 18 e 27 de novembro.

A Record foi outra que conseguiu ampliar seus números em 6,7% (saltou de 6,4 para 6,9 pontos). Enquanto isso, a Globo e o SBT foram prejudicadas. O canal carioca foi de 17,2 para 17,1 pontos (-0,7%).

Já a rede de Silvio Santos caiu de 7,0 para 6,3 pontos, ou seja, cerca de 9,5%. Em alguns horários, a queda de audiência chega a impressionantes 4 pontos. Os primeiros resultados após o desligamento do sinal analógico passaram a preocupar a direção do SBT em São Paulo, que será o próximo ponto a sofrer o “apagão”.

No DF, cada ponto de audiência equivale a 9 mil domicílios.

Brasília, DF e outras cidades da região compõem o primeiro trecho do país a desligar o sinal analógico das TV’s. As mudanças ocorrem para “obrigar” a transmissão somente por tecnologia digital.

18 de junho de 2016

Igrejas ocupam um quinto da TV aberta; campeã é RedeTV!, diz Ancine

Pastor Valdemiro Santiago ocupa grade de emissora UHF em regime de 'subconcessão'
Um mapa do tipo de conteúdo que ocupou as emissoras abertas em 2015, realizado pela Ancine, mostra que uma a cada cinco horas de programação da TV aberta é ocupado por programação religiosa.

Segundo o estudo, antecipado nesta quinta pelo jornal "O Globo", igrejas ocuparam 21,1% da programação, que envolve canais VHF e UHF.

Entre os canais VHF, os principais, a campeã de vendas de horários para igrejas é a RedeTV!, com 43,4% de sua grade vendida para a igreja Universal; é seguida pela Record, que há anos vende suas madrugadas também para a Universal (21,7%).

Entre os canais UHF, o campeão foi a CNT, com quase 90% de grade vendida.

O único canal aberto que não tem nenhum minuto vendido ou cedido a igrejas é o SBT. Mesmo a Globo cede semanalmente cerca de 1h para a Igreja Católica com a "Missa em seu Lar".

No caso da RedeTV!, além dos quase 45% de horários vendidos para religiões, ainda há, no mínimo, outros 25% destinados à publicidade, o que faz que haja menos de 30% de conteúdo propriamente dito.

Há várias suspeitas de irregularidades nessa venda de horários, como a chamada "subconcessão" (quando o concessionário cede a terceiros a programação, caso da CNT e da ex-MTV UHF, mas, por falta de legislação específica (e clara), isso não tem sido coibido.

Existem e já existiram vários projetos no Congresso que tentaram brecar esse "mercado da fé", mas o lobby da chamada "bancada evangélica", tanto na Câmara como no Senado, nunca deixou as propostas seguirem adiante.

2 de novembro de 2015

A TV e sua falta de TUDO

Para quem acha que o principal problema da TV de hoje é o excesso de peito e bunda... Sinto informa que está enganado, pois tais “elementos” encontram-se sendo exibidos na telinha desde muito tempo. Ver: Banheira do Gugu, Concurso de integrantes do "Tchan" no Faustão e outros.

Na minha humilde opinião o grande problema de nossa TV é o excesso de “nada” e a falta de “tudo”. Priorizamos comprar formatos ao invés de criar, e nem se quer nos damos o trabalho de mudar os nomes, jogando tais formatos da forma que vieram. Ver: Master Chef (Band), The Voice (Globo), The Bake Off Brasil (SBT), Got Talent Brasil (Record).

No mundo globalizado ao qual vivemos hoje tal pratica – exportação de programas – não funciona mais como funcionaria a anos atrás, pois como já disse somos glo-ba-li-za-dos. Através da internet assistimos a tudo o que se passa no mundo... Sendo, assim, a produção de um produto internacional é até um tiro no pé, pois sempre haverá comparações e se me permitem a criatura raramente irá superar o criador.

Resumindo... talvez a questão não seja o que sobra na TV – tendo vista que suas deficiências são conhecidas por todos –, mas sim o que falta. E mais uma vez em minha opinião... O que falta é observar mais o publico que a todo tempo pede por inovação, já falei aqui neste blog que precisamos de algo novo e esse novo só virá quando investirmos em produtos, idéias, enfim, em pessoas daqui de nosso país. Temos espalhados pelos nossos mais de vinte estados (vinte e seis) pessoas com capacidade de pensar, de criar, de impressionar... O que falta? Só os empresários – "Donos da mídia" – tirarem suas vendas dos olhos e enxergarem tais talentos.

Mas... Se a idéia for tirar o publico da poltrona e jogá-los nas ruas de suas respectivas cidades fazendo algo que não seja assistir, Parabéns, o atual método tem funcionado direitinho.

#VivaNetflix #VivaNET #VivaaVida #AdeusTV


Por Robson
SBT FÃ

11 de setembro de 2015

Ibope muda de nome e passa a se chamar Kantar Ibope Media; saiba por quê

Ibope muda de nome e passa a se chamar Kantar Ibope Media; saiba por quê
Considerada a principal empresa medidora de audiência da televisão brasileira, o Ibope terá, a partir do próximo mês de outubro, uma nova nomenclatura.

Segundo comunicado enviado para a imprensa, a empresa passará a se chamar Kantar Ibope Media, em referência ao nome da empresa que comprou o instituto em dezembro de 2014. A Kantar é um braço do conglomerado britânico WPP, um dos maiores grupos empresariais do mundo.

“Nosso objetivo é trazer os pontos fortes das duas empresas e, assim, oferecer aos nossos clientes o que há de mais inovador e de excelência em soluções em pesquisa de mídia. Consideramos que a entrega de qualidade e estar sempre à frente das necessidades do mercado são as grandes fortalezas da Kantar IBOPE Media”, afirmou Orlando Lopes, CEO do Ibope Media, em nota.

O Ibope também disse que, junto com o novo nome, também virão investimentos "em novas soluções, escalabilidade, acesso a tecnologias já consolidadas em mercados internacionais e foco na qualidade das entregas".

O Ibope existe desde os anos 40 e é líder de mercado na medição de audiência para a televisão em, pelo menos, 48 países do mundo, principalmente na América Latina e Europa.

Em breve, o instituto ganhará um concorrente no Brasil: a GfK, que sofreu atrasos em seu lançamento mas pretende começar a aferir os índices em outubro.

10 de setembro de 2015

Empresa de Edir e Silvio Santos vai reduzir igreja na TV, diz RedeTV!

A empresa que tornará Silvio Santos e Edir Macedo sócios vai reduzir a quantidade de programas religiosos nas programações das emissoras de TV. A afirmação é de Amilcare Dallevo Jr., presidente da RedeTV!, uma das emissoras que mais vendem horários para congregações evangélicas. Dallevo também será sócio da empresa, uma joint venture entre Record, SBT e RedeTV! para negociar conjuntamente o sinal das três redes com as operadoras de TV pora assinatura.

A criação da programadora está sendo bombardeada no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), órgão do governo federal que avalia as fusões de companhias. Grandes rivais da TV por assinatura, como Sky e Net, adotaram o mesmo discurso: a aprovação da joint venture irá levar à "ocorrência de condutas abusivas" e "anticompetitivas" e encarecerá a TV paga para o consumidor.

Record, SBT e RedeTV!, são responsáveis por 16% da audiência do cabo e da TV via satélite. Elas terão mais força se negociarem juntas seus sinais. Hoje, suas programações são cedidas gratuitamente às operadoras. A nova legislação permite que as emissoras cobrem pelos sinais digitais. A Globo já faz isso.

"Não é justo as multinacionais pagarem para empresas estrangeiras, como HBO e Discovery, e não pagarem para a gente, que gera milhares de empregos e arrecada impostos no Brasil. Não é justo o assinante pagar pela programação e não darem um centavo para a gente, que investe na produção de 15, 16 horas de conteúdo por dia", diz Dallevo. É a primeira vez que um executivo das três redes fala sobre o processo de criação da joint venture.

O sócio-proprietário da TV também refuta o argumento das operadoras de que as três emissoras juntas irão praticar preços abusivos. "Não queremos brigar com ninguém. Queremos apenas sentar na mesa e cobrar um preço justo". Dallevo justifica a formação da programadora porque Record, SBT e RedeTV! não possuem expertise na venda de conteúdo para a TV paga.

O executivo defende que a joint venture das três redes e a cobrança pelo sinal digital delas irão "melhorar a comunicação no país". "Com o dinheiro, vamos investir mais em jornalismo e dramaturgia", promete. Consequentemente, o espaço ocupado por igrejas irá diminuir, diz.

Dallevo faz uma conta que ilustra bem o que está em jogo. Segundo ele, uma das grandes operadoras de TV paga do país faturou R$ 10 bilhões e lucrou R$ 3,3 bilhões em 2013. Se ela pagasse R$ 5 por assinante pelos sinais de SBT, Record e RedeTV!, teria uma despesa anual de R$ 360 milhões. Seu lucro cairia pouco mais de 10%, mas a operação geraria às emissoras uma receita maior do que todo o faturamento anual da RedeTV!.

Rivais se unem contra sociedade de Silvio Santos e Edir Macedo

A criação de uma sociedade entre Silvio Santos e Edir Macedo está sendo bombardeada no Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), órgão federal que aprova ou reprova as fusões de companhias. A nova empresa conseguiu um feito: uniu as rivais Net, Sky e Telefônica. As gigantes da TV por assinatura e duas associações do setor apresentaram ao Cade documentos em que defendem a rejeição da sociedade. Argumentam que ela poderá levar à "ocorrência de condutas abusivas" e "anticompetitivas" e encarecerá a TV paga ao consumidor.

Em julho, Record, SBT e RedeTV! pediram ao Cade a aprovaão da criação de uma empresa com participação das três emissoras. A joint venture (fusão entre companhias) terá a missão de negociar conjuntamente o sinal digital das três redes com as operadoras de TV por assinatura. As emissoras continuarão competindo acirradamente entre elas, mas, juntas, terão maior poder de negociação com a TV paga.

Pela nova legislação brasileira (lei 11.485/2011), as emissoras abertas podem negociar seus sinais digitais com as operadoras _a cessão do sinal analógico continua gratuita, mas um dia ele deixará de existir. Sem acordo com as operadoras, as redes abertas podem proibi-las de carregar seus sinais. Maior audiência da TV por assinatura (sozinha, tem mais de 30% dos telespectadores), a Globo já cobra pela cessão de seu sinal digital às operadoras.

Com 7 milhões de assinantes, a Net e a Claro, do grupo América Móvil, protocolaram no Cade ofício em que afirmam que SBT, Record e RedeTV! são relevantes para o serviço de TV por assintura uma vez que "o consumidor, ao contratar os serviços de acesso condicionado, deseja assistir à programação dos canais ditos 'abertos' com a qualidade e a conveniência que assiste à programação dos canais da 'TV paga'".

Para as operadoras, a negociação em conjunto do sinal das três redes poderá ser "abusiva" e levar a "uma eventual elevação de preços", o que seria repassado ao assinante e traria "um efeito negativo na demanda com potencial aumento no cancelamento do serviço e retração da demanda". Sem as três emissoras, admitem a Claro e a Net, haveria perda de assinantes, uma vez que SBT, Record e RedeTV! têm características próprias e não encontram substitutos entre os canais pagos.

A Net e a Claro não chegam a estimar quanto seria essa perda. Mas a Telefônica e a GVT, que estão em processo de fusão, arriscam uma projeção. A partir da soma da audiência das três emissoras entre os assinantes de cabo e TV via satélite, a Telefônica estima que há o risco de perda de 1,456 milhão assinantes, o que seria uma catástrofe, uma vez que, juntas, Telefônica e GVT possuem pouco mais do que isso de clientes: 1,805 milhão.

Assinante paga a conta

Em ofício ao Cade, Telefônica e GVT argumentam que SBT, Record e RedeTV! "representam um insumo muito importante para a manutenção da competitividade de seus serviços" e que a união das três redes pode levar à "ocorrência de condutas abusivas ou anticompetitivas". A TV paga "ficaria refém" de Silvio Santos, Edir Macedo e Amilcare Dalevo (dono da RedeTV!), diz a gigante espanhola.

Principal entidade do setor de TV paga, a ABTA (Associação Brasileira de Televisão por Assinatura) apresentou ao Cade um estudo de 30 páginas em que, em suma, defende que a união das três redes para negociar seus sinais "elevarão as barreiras à entrada de novos assinantes". Ou seja, a TV paga ficará mais cara, impedindo o acesso das classes menos favorecidas.

Mais contundente foi a NeoTV, associação das pequenas operadoras. A entidade pede claramente ao Cade a rejeição da aprovação da fusão das três emissoras. Sustenta que a união terá "efeito anticompetitivo" que pode "afetar drasticamente o desempenho das operadoras de pequeno porte", que são "essenciais" para a competitividade no setor de TV por assinatura.

A NeoTV lembra que SBT, Record e RedeTV! têm 16% da audiência da TV por assinatura e que "o carregamento dos canais de TV aberta digital é indispensável para que uma operadora concorra no mercado de TV por assinatura.

A associação discorda do entendimento das redes abertas de que elas podem vender seus sinais ou vetá-los nas operadoras. Diz que isso ainda depende de regulamentação da Anatel (Agencia Nacional de Telecomunicações). De acordo com a NeoTV, a negociação em conjunto de sinais tem elevado os preços em 20% nos Estados Unidos e se tornou uma preocupação no país.

23 de agosto de 2015

INCÊNDIO TIRA DO AR GLOBO, SBT, RECORD, BAND E REDETV! NO RIO DE JANEIRO

Os telespectadores de diversas regiões do Rio de Janeiro ficaram assustados ao não conseguirem sintonizar os principais canais de televisão abertos durante quase todo o sábado, 22. Isso porque um incêndio atingiu a torre de transmissão da Nextel, operadora de telefonia, no Mendanha, bairro localizado na Zona Oeste do município do Rio de Janeira. As chamas acabaram não sendo controladas facilmente, atingindo assim também as torres de transmissão dos principais canais de TV abertos. Rede Globo, Rede Record, SBT, TV Bandeirantes e RedeTV! simplesmente saíram do ar em municípios da baixada fluminense e também em diversos bairros do Rio de Janeiro, como Santa Cruz e Sepetiba. Todos os canais citados tiveram a interrupção de seu sinal analógico, alguns também ficaram fora do ar no sinal digital. 
O incêndio já atingia as torres por volta das sete horas da manhã. Bombeiros foram chamados para apagar as chamas. No início da tarde, já não havia mais fogo na região, ainda assim as emissoras demoraram bastante tempo para colocarem seu sinal no ar novamente. Em comunicado durante a edição deste sábado do 'RJ TV 2ª Edição', a Rede Globo informou que o sinal foi restabelecido por volta das 15h30. O canal, entretanto, não soube informar ao certo quantos telespectadores foram atingidos.
De acordo com o site info.TV em reportagem de Larran Matheu, o incêndio teria começado no gerador de energia das torres. As torres do Mendanha, recentemente, receberam uma grande novidade. No local, começaram a ser feitos os testes do sinal em alta definição da RedeTV!. Além da Globo, os demais canais também precisaram enviar técnicos para fazer com que o serviço voltasse à normalidade. Durante todo o sábado, muitos telespectadores usaram as redes sociais para entender o que estava acontecendo. Um deles foi D.A. do bairro de Sepetiba. Ele usou o Facebook para falar o que estava acontecendo com o seu televisor. "Gente, não tem nenhuma TV aqui de casa pegando qualquer canal. Nunca tinha acontecido isso. Já cortaram o sinal analógico?", questionou o telespectador. 

17 de julho de 2015

Deputado diz que Globo, SBT e Band "violentam religião e família"

Em pronunciamento na Câmara Federal, o deputado Victório Galli (PSC-MT) criticou programas de TV, que, segundo ele, estão confundindo liberdade de expressão com baixaria, “violentando as religiões e as famílias”.

O parlamentar citou o SBT, com o “Programa Silvio Santos” aos domingos, "em clara ofensa à religião católica, trazendo pegadinhas com personagens usando as indumentárias de padres e freiras, em cenas e textos ridículos que ferem a decência, a honra e a modéstia".

Para completar, disse Victório, vem a TV Bandeirantes com o “Pânico na Band”, zombando dos evangélicos; e a TV Globo, com novelas que afrontam as religiões e as famílias brasileiras.

“Tenho recebido manifestações de muitas famílias brasileiras, pessoalmente, ou pelas redes sociais, reclamando do abuso que vai se tornando rotina na programação de algumas emissoras de televisão brasileiras”, disse o deputado.

Quanto ao “Pânico na Band”, Victório Galli criticou o quadro “A Igreja do Poderoso”. Protagonizado por um humorista, o “poderoso”, conduzia o “culto”, a si próprio com palavrões, assistentes seminuas e um bate-papo com o satanás, “com o propósito de ridicularizar os evangélicos”.

Para o deputado, a novela da Globo “Sete Vidas”, que acabou na semana passada, foi uma “propaganda do homossexualismo”, envolvendo crianças no elenco, e até tentando mostrar que incesto é um tabu religioso, “numa clara violência aos ensinamentos religiosos e à tradição da família brasileira. Um absurdo!”

A TV Globo, disse Galli, insiste no tema: mostrou o beijo gay de dois homens na novela “Amor à vida” e, depois, foram duas mulheres no folhetim “Em Família”.

“Saiu “Sete Vidas”, mas continua “Babilônia”, que violentou a família brasileira ao apresentar, no primeiro capítulo, um casal de mulheres idosas, com um beijo homoafetivo. Não deu outra: a Globo enfrenta até hoje a rejeição do público e perde audiência pela apologia à homossexualidade”, disse o deputado.

Interesse público

“Os concessionários do serviço público de radiodifusão recebem delegação do Estado para atender a finalidades e interesses públicos. Eu questiono, portanto: onde está o interesse público dessas programações a que me refiro?”, questionou.

Para o deputado, os concessionários e profissionais de comunicação das emissoras de TV, sejam eles, autores produtores e diretores, “precisam ter a consciência” de que liberdade de expressão não dá direito a baixarias. “Junto à liberdade de expressão vem a responsabilidade”.

Victório Galli citou o Artigo 208 do Código Penal, que define que é crime, sujeito a detenção e multa, “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.

O deputado pediu para que todas as famílias “que se sentirem violentadas” com programas de baixo nível apresentem denúncias para manifestação do Ministério Público, que deve zelar pela observância e o cumprimento da lei”.

10 de julho de 2015

TVs de tubo atrapalham trabalho da GfK no Brasil, diz revista

TVs de tubo atrapalham trabalho da GfK no Brasil, diz revista
Esperado para o primeiro semestre, os primeiros relatórios de audiência da GfK atrasaram muito por diversos fatores que não competiram ao instituto alemão.

Segundo a revista Veja, um deles foi a realidade de que muitas casas - cerca de 35% - que a GfK visitou em São Paulo, ainda utilizam exclusivamente a velha TV de tudo como sua principal televisão, devido ao baixo poder aquisitivo.

Porém, sem prever que o número seria tão alto na principal cidade do Brasil, e imaginando que no restante do país este número deve ser ainda maior, o instituto alemão teve que importar novos medidores que se adaptem a esta realidade, já que os que estavam a disposição eram adaptáveis apenas ao estilo de TV digital.

Vale lembrar que em algumas comunidades do Rio de Janeiro, homens armados impediram que funcionários entrassem nas casas selecionadas para instalar os aparelhos que coletam os dados nos televisores, o que também atrasou bastante o início da medição.

A GfK, que foi contratado por Record, SBT, Band e RedeTV! para iniciar seus serviços, promete medir todas as formas de conteúdo, inclusive em ligações piratas de TV paga.

27 de abril de 2015

Governo gastou R$ 2,3 bilhões com publicidade em 2014; 67% foi para a TV

Governo gastou R$ 2,3 bilhões com publicidade em 2014; 67% foi para a TV
A administração pública federal, que inclui ministérios, autarquias e empresas públicas, investiu R$ 2,21 bilhões em publicidade ao longo de 2014, 5,7% menos do que em 2013, quando os gastos somaram R$ 2,31 bilhões.

Os dados foram divulgados na última sexta-feira (24) pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), e não chegam a assustar, já que a queda nos valores de 2014 em relação aos de 2013 não é tão expressiva, uma vez que o ano passado foi eleitoral e o governo estava obrigado a suspender a publicidade durante a campanha, além da economia exigir contenção geral de gastos. E ainda, comparado com o último ano eleitoral, em 2010, o montante gasto em 2014 é 11% maior.

O valor destinado à internet cresceu 22,8%, ao contrário dos demais meios de comunicação, que receberam menos verba. O investimento com internet foi de R$ 159 milhões em 2013 para R$ 195 milhões em 2014. No ano passado, o meio ficou com 8,43% do total, atrás somente da televisão, com 67% e 1,5 bilhão de reais de verba.

Mídia exterior ficou em terceiro lugar (6,7%), com R$ 155,7 milhões; seguida por rádio (6,4%), que recebeu R$ 148,5 milhões; jornais (6,2%), com R$ 144,8 milhões; e revistas (4,73%), com R$ 109,7 milhões.

22 de abril de 2015

Record, SBT e RedeTV! se unem para financiar receptor de antena parabólica

Record, SBT e RedeTV! se unem para financiar receptor de antena parabólica
As emissoras abertas estão em guerra por causa do público da antena parabólica - cerca de 20 milhões de domicílios no Brasil.

Segundo informações da coluna Outro Canal, desde o ano passado o clima está tenso porque um receptor digital da empresa líder no setor, a Century, carrega o sinal da Globo mas não os das demais redes.

Nesta última segunda-feira (20), Record, SBT e RedeTV! se reuniram e bateram o martelo para algo que já vinha sendo conversado. As três vão financiar a fabricação de um novo aparelho que carregue o sinal delas. No começo, a Globo estará de fora.

O telespectador que usa antena parabólica terá que escolher. Para ter acesso a todas as emissoras abertas, precisará comprar dois aparelhos diferentes. Se não, terá que se contentar só com a Globo ou só com as concorrentes.

O problema começou a aparecer com a mudança da tecnologia analógica para a digital, que tem sinal codificado e precisa de um receptor para ser visto, diferente do primeiro caso.

1 de abril de 2015

Globo, SBT, Record e Band crescem em março; veja números

Março foi um bom mês para as principais emissoras de TV aberta, que agregaram telespectadores e viram seus índices de audiência crescerem após um longo tempo em queda.

De acordo com dados divulgados pela colunista Keila Jimenez, a Globo marcou 14.6 pontos de média entre 7h e 0h, contra 14.4 no mesmo período em fevereiro. Já a Record ficou com 6.5 de média, ante 6.1 alcançados no mês anterior. O SBT também cresceu e foi de 5.7 para 6.1 pontos. Por fim, a Band subiu de 2 para 2.2.

Na média 24 horas, a Globo teve 1 ponto a mais em relação as 24 horas na comparação com março do passado, com 12 pontos. Já SBT e Record tanto em 2015 quanto em 2014 empataram com 5 pontos, segundo dados do jornalista Lauro Jardim.

25 de novembro de 2013

Confira a média dia das emissora no final de semana (22 a 24)

http://fotosenoticias.com/wp-content/uploads/2013/03/Emissoras-610x250.jpg 
Média dia de sexta 

Globo 14.2, 
Record 6.5, 
SBT 5.7, 
Band 2.4

 Média dia de sábado 

Globo 14.1, 
Record 7.1, 
SBT 5.9 (+ 0,2)
Band 2.0

Média dia de domingo 

 Globo 12.6,
 Record 8.5, 
SBT 7.6  (+ 1,7)
Band 3.2


5 de agosto de 2013

Dramática, TV aberta vive pior momento desde 2009

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi-f_xXTQAcev3PTn7ubWx8Xny5F500T2HjBFjVVDEpaiMRCyediW6J7tUiQ2zJV2k0i9NoMfJp7Mef0GQbkK32pk_RF1z8iC4axdkwDpUgkTmf8QpnTa_7YzKi759XJHe7afeoMUfOqNw/s1600/logos-de-emissoras.jpg 
O mercado publicitário brasileiro atravessa a pior crise desde 2009.

Nos cinco primeiros meses deste ano, os investimentos em propaganda cresceram apenas 1,79%, atingindo R$ 11,9 bilhões, segundo o projeto Inter-Meios, da revista Meio & Mensagem.

É o pior desempenho desde 2009, quando o mercado cresceu 1,72% de janeiro a maio.

Os dados são reflexo de crise econômica. O mercado publicitário é muito sensível a crises, pois gastos com propaganda costumam ser os primeiros a sofrerem cortes.

Em 2009, o mercado brasileiro sofria os efeitos da crise econômica mundial de 2008. Neste ano, sente as consequências da chamada crise europeia.

Menos do que a inflação

Jornais, revistas e até internet estão recebendo menos investimentos publicitários do que em 2012.

A TV aberta e a TV paga registraram alta em relação aos primeiros cinco meses do ano passado, mas abaixo da inflação, em torno de 6% ao ano. Ou seja, em termos reais, está havendo uma queda.

A TV aberta vendeu 4,68% a mais de janeiro a maio de 2012 em relação ao mesmo período do ano passado. É praticamente o mesmo percentual dos primeiros cinco meses de 2009: 4,64%.

Já a TV aberta, apesar da alta de assinantes acima de 20% ao ano, cresceu apenas 2,75% em publicidade.

Neste ano, no entanto, a situação da TV aberta está mais dramática do que quatro anos atrás, por causa das demissões promovidas por Record, Rede TV! e Band.

23 de julho de 2013

TV brasileira vive momento de rever custos e conter gastos

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Contenção de gastos e revisão de custos são os termos mais utilizados nos últimos meses nas salas dos responsáveis pelos veículos de comunicação, principalmente pelas emissoras de TV. Globo, SBT, Record, Rede TV e Band seguem caminhos distintos, mas onde o destino final é o equilíbrio das contas. Cada empresa ajustou o possível. Algumas concentraram os olhos na folha de pagamento, outras nos exageros de produção, algumas cortaram o que não atraia audiência e há também aquelas que fizeram um mix de tudo.

2013 está somente na metade, mas não deve terminar como o melhor ano dos últimos tempos, afinal parece que as verbas publicitárias diminuíram e estão mais concentradas nos produtos da Globo, que lideram o ranking de audiência. Mais cautelosos, os anunciantes buscam o certo, as grades mais fixas e evitam o que pode prejudicar suas imagens. Mesmo como ponto de concentração da publicidade, a Globo tem buscado formas para administrar melhor suas produções, evitando viagens e hospedagens desnecessárias e custos extras nas gravações. E como a Record pisou no freio, a Globo já não vê mais sentido em pagar fortunas só para manter alguém longe da concorrente. A ordem é oferecer salários reais e cobrar participação. Nada de ficar em casa.

A Record enfrenta o momento da transição e lá não se descarta a possibilidade de novos cortes e ajustes financeiros. As produções foram orientadas a evitar horas extras e, para que isso ocorra, precisam trabalhar com um melhor planejamento. Aliás, esta é a grande descoberta não somente na Barra Funda, mas em todas as emissoras de TV: planejar evita gastos desnecessários. Aliado a isso, na Record já foi a época de torrar dinheiro só para tentar alcançar a liderança, um sonho que parece distante neste momento. A Band entra agora no momento mais intenso dos ajustes e também não descarta a possibilidade de demissões. Programas caros que não davam audiência e faturamento já foram cancelados, custos foram revistos e lá no Morumbi já está provado que vale muito mais um desenho à tarde com 3 pontos de audiência do que um programa caro que sofria para alcançar os 2 de média.

A Rede TV! parece ser um caso à parte, já que a crise bate à sua porta há muito tempo e a imagem desgastada afasta profissionais. Ninguém quer correr o risco de ficar sem salário ou participar de algo com duvidoso. A emissora realiza seus cortes e ajustes, mas ainda não dá sinais de que encontrou um caminho seguro. A indefinição de um novo superintendente artístico só agrava este cenário. O SBT já fez seus ajustes e tem tentado trabalhar num esquema de pé no chão, com mais pesquisa, testes e paciência, mas ainda não encontrou o ponto certo para ultrapassar a Record e reconquistar de forma tranqüila e constante a vice-liderança.

A única certeza que se tem é que 2013 será um ano diferente para a comunicação brasileira, onde a criatividade será mais exigida e o profissionalismo terá que prevalecer, caso contrário o prejuízo será maior do que se imagina, apesar dos ajustes.

Fonte José armando Vannucci

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