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8 de agosto de 2015

Classe AB é quem mais consumiu TV em celulares e tablets, aponta Ibope

Classe AB é quem mais consumiu TV em celulares e tablets, aponta Ibope

Buscando aprimorar seus serviços, o Ibope Media desenvolveu, juntamente com a japonesa Video Research, o TDT Mobile, um sistema de medição que captura a audiência da televisão digital em aparelhos celulares e tablets.

Depois do Japão, o Brasil é o primeiro país a contar com essa tecnologia.

Os primeiros dados do Ibope apontam que a classe AB foi a que mais consumiu televisão nessas plataformas, com 58%. E 70% das pessoas estudadas têm idade entre 35 e 49 anos.

A maior audiência foi registrada às quintas-feiras, entre 12h e 14h e 17h e 21h.

A medição chegará em breve ao Rio de Janeiro. Ainda este ano, o Ibope lançará a medição por streaming, que medirá a audiência das pessoas que veem TV pelo computador.

17 de julho de 2015

Deputado diz que Globo, SBT e Band "violentam religião e família"

Em pronunciamento na Câmara Federal, o deputado Victório Galli (PSC-MT) criticou programas de TV, que, segundo ele, estão confundindo liberdade de expressão com baixaria, “violentando as religiões e as famílias”.

O parlamentar citou o SBT, com o “Programa Silvio Santos” aos domingos, "em clara ofensa à religião católica, trazendo pegadinhas com personagens usando as indumentárias de padres e freiras, em cenas e textos ridículos que ferem a decência, a honra e a modéstia".

Para completar, disse Victório, vem a TV Bandeirantes com o “Pânico na Band”, zombando dos evangélicos; e a TV Globo, com novelas que afrontam as religiões e as famílias brasileiras.

“Tenho recebido manifestações de muitas famílias brasileiras, pessoalmente, ou pelas redes sociais, reclamando do abuso que vai se tornando rotina na programação de algumas emissoras de televisão brasileiras”, disse o deputado.

Quanto ao “Pânico na Band”, Victório Galli criticou o quadro “A Igreja do Poderoso”. Protagonizado por um humorista, o “poderoso”, conduzia o “culto”, a si próprio com palavrões, assistentes seminuas e um bate-papo com o satanás, “com o propósito de ridicularizar os evangélicos”.

Para o deputado, a novela da Globo “Sete Vidas”, que acabou na semana passada, foi uma “propaganda do homossexualismo”, envolvendo crianças no elenco, e até tentando mostrar que incesto é um tabu religioso, “numa clara violência aos ensinamentos religiosos e à tradição da família brasileira. Um absurdo!”

A TV Globo, disse Galli, insiste no tema: mostrou o beijo gay de dois homens na novela “Amor à vida” e, depois, foram duas mulheres no folhetim “Em Família”.

“Saiu “Sete Vidas”, mas continua “Babilônia”, que violentou a família brasileira ao apresentar, no primeiro capítulo, um casal de mulheres idosas, com um beijo homoafetivo. Não deu outra: a Globo enfrenta até hoje a rejeição do público e perde audiência pela apologia à homossexualidade”, disse o deputado.

Interesse público

“Os concessionários do serviço público de radiodifusão recebem delegação do Estado para atender a finalidades e interesses públicos. Eu questiono, portanto: onde está o interesse público dessas programações a que me refiro?”, questionou.

Para o deputado, os concessionários e profissionais de comunicação das emissoras de TV, sejam eles, autores produtores e diretores, “precisam ter a consciência” de que liberdade de expressão não dá direito a baixarias. “Junto à liberdade de expressão vem a responsabilidade”.

Victório Galli citou o Artigo 208 do Código Penal, que define que é crime, sujeito a detenção e multa, “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.

O deputado pediu para que todas as famílias “que se sentirem violentadas” com programas de baixo nível apresentem denúncias para manifestação do Ministério Público, que deve zelar pela observância e o cumprimento da lei”.

12 de janeiro de 2015

TVs precisam abrir rapidamente os olhos para nova realidade

A televisão aberta necessariamente terá que acelerar o passo em busca do modelo que mais se ajuste aos tempos atuais, frente ao irrefreável crescimento de outras mídias. Até por uma questão de sobrevivência é necessário que, em vez de simplesmente concorrer com elas, todas as nossas emissoras, e por aí se entenda as principais redes, passem a se adaptar ou conviver harmoniosamente com elas. Nem tem como ser diferente.

Embora alguns ainda não tenham se apercebido disso, já vivemos uma realidade que ninguém pode ou conseguirá mais fugir. Acabou aquela história de jornalismo com hora marcada, quando se esperava o informativo da noite, para saber as notícias do dia. Hoje, o mundo está plugado o tempo todo e as informações não param de pipocar, o que praticamente nos obriga a se ajustar a esta nova situação.

O trabalho em grupo, em se tratando de empresas de comunicação, já é e se tornará cada vez mais indispensável. Neste sentido, verifica-se, ainda que morosamente a Bandeirantes é a que mais tem tratado disso, depois de ter colocado em prática um processo que visa unificar o sistema de operação de todos os seus setores. É um passo importante. Lamentavelmente, também se constata, outras TVs, como SBT e Record, ainda não se aperceberam disso.

Cada dia mais se escancara a necessidade das TVs investirem nas programações das madrugadas. Há um grande público a ser conquistado e é só fazer que os resultados virão.

Algo que vai bem ao encontro de uma frase popular holandesa, "instala teu moinho que Deus te dará o vento".

Fonte Flávio Ricco

2 de abril de 2012

Audiência das emissoras de TV sofre queda de 9%, em março

O número de aparelhos de TV ligados no Brasil segue caindo desde o ano passado, de acordo com a coluna Radar Online. A audiência das emissoras em março na Grande São Paulo alcançou a marca de 39,5 pontos contra 43,3 pontos do mesmo período em 2011, sofrendo uma queda de cerca de 9%.

Ainda de acordo com a coluna Radar, dados do Ibope dão conta de que entre 7h da manhã até meia noite de todos os dias de março, a Rede Globo registrou uma audiência média de 14,9 pontos na Grande São Paulo, tendo um aumento com relação a fevereiro, quando marcou 14,4 pontos. A Record teve uma ligeira queda de 6,8 para 6,6 pontos e o SBT cresceu, indo de 5 para 5,1 pontos.

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