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27 de setembro de 2011

Charlie Sheen e Warner entram em acordo sobre processo

A Warner anunciou nesta segunda-feira que entrou em acordo com o ator Charlie Sheen em relação ao processo que o artista movia contra o estúdio e o produtor de “Two And a Half Men”, Chuck Lorre.
Em março deste ano, Sheen entrou com um processo que pedia US$ 100 milhões por danos a ele e à equipe do seriado depois que o programa foi cancelado. Em nota oficial, a Warner informou que “todos os envolvidos concordaram em manter confidencialidade sobre os termos do acordo”.

Fonte: Portal PG
Cícero Pereira

15 de março de 2011

Bomba: Sílvio Santos poderá colocar “Amor e Revolução” ás 20h45 no SBT

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Sílvio Santos está de volta ao Brasil e segundo pessoas próximas ele está muito satisfeito com a audiência de Ratinho, e com os altos picos alcançados após o término da novela das nove da Globo, com isso Sílvio estaria pensando em empurrar o “Programa do Ratinho” para a faixa das 22h e colocar “Amor e Revolução” mais cedo contra o “JN” e o “JR” já que nenhuma outra emissora exibe novelas no horário. E mais, insatisfeito com a audiência de “Camaleões” Sílvio já teria ordenado o encurtamento da novela para que ela termine na segunda-feira dia (04), confira como deve ficar a grade a partir de (05) de abril.
16h00 Casos de Família
17h00 Cinema em Casa
18h30 Chaves
19h00 (Arma Secreta)
19h45 Faixa Nobre
Seg. Qual é o Seu Talento?
Ter. Esquadrão da Moda
Qua. Se Ela Dança eu Danço
Qui. Jogo das Loiras
Sex. Uma Hora de Sucesso
20h45 Amor e Revolução
21h30 SBT Brasil
22h15 Programa do Ratinho
23h15 Linha de Shows
Seg. Topa ou Não Topa / SBT Repórter
Ter. Cine Espetácular
Qua. Sobrenatural
Qui. A Praça é Nossa
Sex. Tela de Sucessos
Fonte: Notícias & Mais

13 de outubro de 2010

Padrinho de Tiririca diz que artista sabe ler e escrever

http://www.clicrbs.com.br/rbs/image/9433806.jpg 
Tiririca, o deputado federal mais votado do Brasil, está no meio de uma polêmica sobre sua escolaridade. O Ministério Público de São Paulo, estado que elegeu o artista com mais de 1,35 milhão de votos, acredita ter provas de que o artista seja analfabeto. Seu Francisco, uma espécie de padrinho de Tiririca em Itapipoca, cidade natal dele, no Ceará, diz que o artista sabe ler e escrever.


O padrinho de Tiririca, ou melhor, de Francisco Everardo Oliveira Silva mostra à reportagem a casa onde morou o artista. “Isso aqui era uma bodega velha, antiga”, diz o padrinho, apontando para o imóvel. Muito pobre, a família morava de favor. Quando Seu Francisco ia buscar o pequeno artista para as apresentações no circo, ele conta que encontrava a seguinte cena: “A mãe dizia: ‘Não pode ir agora não que ele está fazendo dever’. Bichinho deitado no chão, escrevendo as coisas”, relembra.


A reportagem pergunta se Tiririca escrevia alguma coisa mesmo, se sabia escrever. “Ele sabe... Sabe escrever”, responde o padrinho.


Não há registro do aluno Francisco Everardo Oliveira Silva nas escolas de Itapipoca, mas os moradores contam que, na época dele, era comum ter aulas em casa ou então no antigo Movimento Brasileiro de Alfabetização (Mobral), onde os alunos tinham aula fora da escola.
“Eu sei que a gente estudava junto. Tinha uma professora que vinha para a casa da gente. Naquele tempo, não tinha negócio de colégio de estado, de prefeitura. Não existia isso, não”, afirma a agricultora Maria Socorro Sombra.


O G1 também foi a Itapipoca e conversou  com diretores dos quatro colégios mais antigos da cidade, o Anastácio Alves Braga, o Joaquim Magalhães, o Murilo Cerpa e o Monsenhor Tabosa, que não encontraram documentos sobre a vida escolar do deputado que mais recebeu votos no Brasil.


Apesar da falta de registros oficiais, não é possível garantir que Tiririca não tenha estudado, já que grande parte das crianças da periferia se preparava em casa antes de ingressar na escola formal. E ele vivia de forma itinerante com a família entre os bairros Picos, Jenipapo e Olho D'Água, na periferia pobre da cidade. Moradores dos bairros onde Tiririca viveu reforçam a possibilidade de ele ter tomado aulas de ensino fundamental em casas particulares.


Quem dava aula nestes locais era a professora Ana Isa Ávila de Braga, que hoje tem 78 anos. Ela disse ao G1, no entanto, não se lembrar nem ter registros que possam comprovar a presença dele nas aulas.
"Fui professora de 1948 até 1977, no Jenipapo, no Circo Operário. Eu só sei do Tiririca na televisão. Nunca conversei pessoalmente com ele. E eu conheço todos os meus alunos, como o José Dário, o filho do Sebastião Matias... Se ele tivesse sido meu aluno, eu recordava. Daqui deste bairro, só existia eu e depois a minha irmã, que também não lembra de ter dado aula para ele", afirmou.


Desde que chegou ao Ceará, na madrugada de segunda-feira (4), Tiririca não deu declarações. Em sua página na internet, havia apenas a mensagem: "Minha grande escola foi minha vida. Pensem nisso".
A reportagem foi a Fortaleza, até a casa de Ângelo, um dos filhos de Tiririca. Quem apareceu foi a avó do rapaz. Mas, antes da entrevista, uma ligação: era Ângelo. “Não quer que eu fale nada. É ordem do pai”, diz a avó.


A suspeita sobre a escolaridade de Tiririca se tornou pública após publicação de uma reportagem sobre o assunto na Revista Época. “Quando o Tiririca começou a despontar como um dos candidatos que seriam mais bem votados do país uma pessoa que trabalhou com ele, no meio artístico, comentou: ‘Poxa vida, ele não sabe nem ler nem escrever e está indo tão bem na eleição’. Esse foi o ponto inicial da nossa reportagem”, conta Ricardo Mendonça, jornalista da revista.


“A gente resolveu acompanhar a campanha dele por dois dias aqui na Grande São Paulo. Em dois momentos, resolvi convidar ele a ler alguma coisa. Em um primeiro momento, eu peguei uma mensagem de celular, pedi pra ele ler, ele ficou espantado, meio assustado, não leu. E, num segundo momento, eu fiz duas perguntas. Na terceira pergunta eu pedi pra ele ler e, aí, se criou uma pequena confusão”, conta o jornalista Victor Ferreira.


A Revista Época tentou um último contato antes de publicar a reportagem. “A assessora me disse que ele sabia ler e escrever. Então, queria me encontrar com o Tiririca para ele ler alguma coisa, escrever, e a suspeita se encerra aqui, a gente não publica essa matéria. Aí, ela não autorizou, não quis. Enfim, achou que ia ser humilhante para o candidato”, conta o jornalista Victor Ferreira.


O Ministério Público de São Paulo resolveu investigar o grau de instrução de Tiririca. “A lei não obriga que seja de primeiro grau, de segundo, superior, nada disso. Apenas um comprovante de escolaridade. Na ausência desse comprovante, deve ser firmada, de próprio punho, uma declaração de que o candidato sabe ler e escrever”, esclarece Maurício Antônio Lopes, promotor de Justiça eleitoral de São Paulo.


Francisco Everardo Oliveira Silva apresentou a declaração ao Tribunal Eleitoral. A letra, no entanto, é bem diferente da que aparece no autógrafo dele. Uma perícia técnica, feita a pedido do Ministério Público, apontou também irregularidades no texto: a letra "S" é escrita de três maneiras diferentes, assim como as letras "R" e "D".


“Alguém que tinha uma escrita muito melhor do que aquela demonstrada no papel procurou fazer-se passar por alguém que tivesse uma escrita rudimentar, imitando, assim, o que talvez pudesse ser a caligrafia do candidato”, observa o promotor.


Tiririca foi denunciado por falsidade ideológica e pode não assumir o cargo. Pela Constituição, quem não sabe ler e escrever não pode ser eleito. O artista, então, virou alvo de duas representações na Justiça. Uma delas já foi aceita pelo juiz da 1ª Zona Eleitoral de São Paulo, Aloísio Sérgio Rezende Silveira, que deu prazo de dez dias para que a defesa do artista se manifeste. Nesta representação, o promotor afirma que Tiririca é analfabeto, o que descumpre uma exigência constitucional para aqueles que pretendem ocupar cargos eletivos. A outra tem relação com a possibilidade de o candidato ter falsificado a declaração de próprio punho entregue ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE).


Tiririca tem até o dia 24 de outubro para apresentar sua defesa. Ele terá de escrever, na frente do juiz, uma declaração igual à do registro da candidatura. “Ser ou não alfabetizado é uma questão de oportunidade. Agora, esconder a sua condição de analfabeto para disputar uma eleição valendo-se de sua popularidade, isso não é oportunidade, isso é oportunismo”, afirma o promotor Maurício Antônio Lopes.

10 de outubro de 2010

Zac Efron quer fazer filmes de ação

http://ofuxico.terra.com.br/img/upload/noticias/74882_36.jpg 
Zac Efron está cansado de seus papéis nos típicos filmes para adolescentes e diz que merece algo melhor.


O protagonista de High School Musical está disposto a ser um herói de ação em seu próximo longa-metragem.

"Ação é legal, mas é algo que eu acho que você só faz direito se realmente entrar na pele do personagem", declarou Efron. "Eu acho que quando Liam Neesom faz um filme de ação, simplesmente encaixa e faz sentido", acrescentou.

"Não acho que eu tenha passado por nenhuma das etapas preliminares ainda para virar um ator de filmes de ação, mas espero chegar lá. Adoraria. Vou tentar", comentou.

Além disso, Zac assegurou que está metendo pressão para que o levem a sério. "Parece que o certo era eu ter feito outro musical ou algo parecido. Eu acho que, para minha própria saúde e para provar a mim mesmo, definitivamente tenho que diversificar, provar coisas novas e que sejam mais desafiadoras", concluiu Efron.

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