22 de julho de 2010

Diretor do SBT Explica o fim do ‘Cinema em Casa’

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“Sabe quanto custa um blockbuster? Tem filme de US$ 2 milhões [R$ 3,5 mi]!”, diz o diretor comercial do SBT, Henrique Casciato, para explicar o fim do “Cinema em Casa”, sessão vespertina de filmes que a emissora substituiu por reprises de novelas.

A operação financeira surtiu resultado na audiência: se a “sessão da tarde” do SBT rendia em média 4 pontos, as novelas do acervo (“Pérola Negra”, de 1998, e “Esmeralda”, de 2004) aumentaram em 50% a média vespertina, que, agora, chega a 6 pontos.

Com outros três dias dedicados a filmes (terças, sextas e sábados), além do extinto “Cinema em Casa”, a demanda ultrapassava os 200 filmes por ano. “Esse sistema entrou em estado de exaustão”, afirma Casciato.

Antes da “exaustão”, o SBT chegou a comprar e exibir filmes da série infantil “Harry Potter” -este na faixa de preço dos blockbusters, citada pelo diretor comercial.

As novelas, por outro lado, são muito mais econômicas: por serem parte do próprio acervo da emissora, os produtos saem quase de graça. É preciso, porém, pagar direitos a atores, por exemplo.

Para o diretor comercial, a mudança de conteúdo afeta também o perfil do público da tarde no SBT: as reprises perdem os espectadores mais jovens, mas atraem as donas de casa.

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